Provas de ciclismo, BTT e BMX adiadas até dia 3 de abril

A Federação Portuguesa de Ciclismo acabou de emitir um comunicado onde decidiu, juntamente com as autoridades de saúde, suspender toda a atividade velocipédica até ao dia 3 de abril.
Carlos Pinto
Provas de ciclismo, BTT e BMX adiadas até dia 3 de abril
Provas de ciclismo, BTT e BMX adiadas até dia 3 de abril

Era uma decisão que já se aguardava. A Federação Portuguesa de Ciclismo decidiu adiar as provas de ciclismo, BTT e BMX a partir de hoje, até ao dia 3 de abril. Este é o comunicado da Federação:

"Tendo em conta o desenvolvimento do fenómeno global COVID-19, ao longo das últimas semanas, sem alarmismo e com responsabilidade, o departamento clínico da Federação Portuguesa de Ciclismo tem estado em contacto com a Direção-Geral de Saúde e com as Autoridades Locais de Saúde das áreas para onde estão calendarizados eventos de ciclismo, sempre em estreita ligação com as autoridades desportivas nacionais.

Neste momento difícil, a Federação Portuguesa de Ciclismo afirma o seu compromisso e responsabilidade social. Cabe a todos os cidadãos e, por maioria de razão, a todas as instituições a aplicação de medidas que contribuam para conter a disseminação do COVID-19.

Foi com este espírito que conduzimos os processos relativos às competições organizadas diretamente pela Federação Portuguesa de Ciclismo e que acompanhámos as decisões tomadas por organizadores e promotores de outros eventos oficiais de ciclismo.

Face aos desenvolvimentos das últimas horas e às recomendações recebidas das entidades com responsabilidades sanitárias no país, a Federação Portuguesa de Ciclismo decidiu suspender toda a atividade desportiva desde hoje até ao dia 3 de abril.

Na última semana de março, a Federação Portuguesa de Ciclismo, tendo em conta a evolução que o COVID-19 tenha no país, irá reunir-se com as Associações Regionais de Ciclismo e com os diferentes organizadores e demais entidades afetadas pela suspensão da atividade desportiva, no sentido de recalendarizar os eventos que seja possível reagendar, procurando manter, tanto quanto possível, a coerência desportiva dos calendários velocipédicos de 2020."