Competição

Marta Esteves foi a melhor lusa na Taça das Nações Júnior Feminina

Marta Esteves foi a 38ª classificada na Taça das Nações Júnior Feminina, que se realizou este domingo em Jaén, Espanha, no âmbito da “Clásica Jaén Paraíso Interior”.

FPC

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Marta Esteves foi a melhor lusa na Taça das Nações Júnior Feminina

A seleção nacional feminina júnior esteve presente na Clásica Jaén Paraíso Interior, uma prova da Taça das Nações, e Marta Esteves foi a melhor classificada da comitiva portuguesa (38º lugar), a 6m17s da vencedora, a lituana Augustè Mikutytè (Grouwels-Watersley R&D Road Team), que terminou os 74,8 km do percurso em 2h14m56s.

O pódio ficou completo por duas corredoras da Seleção de Espanha, Alejandra Neira, a 23 segundos da vencedora e Mirari Gotxi, terceiro lugar e com mais 35 segundos que Augustè Mikutytè. Num dia em que o nível competitivo era elevado e o percurso exigente – com partida e chegada em Úbeda, Cidade Património da Humanidade –, a Seleção Nacional lutou pelo melhor resultado.

Foram 76 as atletas que alinharam à partida, para a segunda edição da Taça das Nações UCI Jaén Paraíso Interior. O trajeto, bem ondulado, foi disputado na primeira metade integralmente em asfalto, para depois reinar o “sterrato”, com três troços, que seriam decisivos para o desfecho da corrida: Juancaballo (3,6 km), San Bartolomé (3,3 km) e Mar de Olivos, o mais longo e exigente (7,3 km).

A corrida decidiu-se entre o trio da frente, em San Bartolomé, que conseguiu aumentar a vantagem para 1m10s sobre o pelotão. Mas em Mar de Olivos, Mikutytè acelerou o ritmo, ganhando margem para isolar-se e erguer os braços na chegada a Úbeda. A seguir a Marta Esteves, das seis atletas convocadas, Eva Emídio concluiu na 52.ª posição. Bárbara Cunha, Diana Silva, Bárbara Santos e Daniela Silva não terminaram.

"A corrida foi extremamente rápida no início e tivemos o azar da Bárbara Cunha furar ainda antes do quilómetro zero. Com a velocidade inicial, a Bárbara já não conseguiu recuperar e optámos por fechar a corrida dela, mesmo sabendo que tinha capacidade para acabar classificada. Quanto às restantes atletas, houve má colocação e alguma falta de ritmo. Não têm tido muitas experiências com a Seleção Nacional, mas principalmente porque foi uma corrida muito seletiva, o que faz com que o resultado de quem se classificou seja muito bom”, referiu a selecionadora nacional Daniela Pereira.

"Os setores de “sterrato” estavam muito danificados pela chuva, resultando em cortes, furos e quedas. Por isso, dentro da panorâmica geral, foi um balanço positivo. Mesmo com a avaria mecânica, fizeram uma corrida muito razoável. Resta-nos continuar a trabalhar. Tenho a certeza de que vão chegar lá”.

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