Mário Costa partiu mal, cedendo muitas posições desde o início e nunca mais se conseguiu encontrar, num circuito que até se encaixava bem nas caraterísticas do corredor português. O atraso acumulado levou Mário Costa a fechar a competição a três voltas da frente da corrida.
“Esperávamos mais do Mário Costa, que não conseguiu desenvolver aquilo que esperávamos que fosse capaz”, resume o selecionador nacional, Pedro Vigário.
A luta pela vitória foi muito animada, colocando frente a frente o suíço Nino Schurter e o italiano Gerhard Kerschbaumer. O helvético, a correr em casa, revelou-se mais forte, conquistando o sétimo título mundial de elite e quarto consecutivo. Nino Schurter, também campeão olímpico em título, cortou a meta com 11 segundos de vantagem sobre Gerhard Kerschbaumer. O terceiro, a 1m14s, foi o holandês Mathieu van der Poel.
