6 tendências do BTT moderno

Se gostas de estar na moda, não podes deixar de ler este artigo.
Ivan Mateos -
6 tendências do BTT moderno
6 tendências do BTT moderno

Se és daqueles que segue as tendências, toma nota. Algumas destas tendências são fundamentadas em dar resposta a necessidades específicas, outras nem por isso. E tu, o que achas? Comenta nas nossas redes sociais.

1. SEM LUVAS!

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Até há pouco tempo, usar luvas era quase obrigatório. E quem não levava sentia-se quase colocado de parte, como se tivesse lepra. Mas também é verdade que nos meses mais quentes ficam as marcas do bronze, ou seja, os braços morenos até à manga do jersey e as mãos brancas como a cal, devido às luvas. A tendência atual é não usar luvas. Inclusivé há muitos profissionais que já não as usam argumentando que têm mais aderência. Não fazemos ideia como é que limpam o suor, mas eles lá sabem...

2. 29": RODAS MULTI-USO

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As rodas 29" são as mais desejadas na atualidade. Odiadas durante os seus primeiros anos de vida (em 2001), vinte anos depois alcançaram o estrelato. Agora quase ninguém quer um diâmetro menor, nem mesmo no DH. As geometrias e os componentes adaptados ajudaram a sobressair todas as vantagens deste diâmetro, tanto pelo seu comportamento em alta velocidade, como em descidas muito inclinadas, permitindo descer mais rápido e em segurança.

3. ESPIGÃO TELESCÓPICO

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Começou por ser um componente para as vertentes Gravity do BTT, mas rapidamente ganhou mercado no XC, sobretudo devido aos percursos cada vez mais técnicos. Em Portugal ainda não é bem uma moda, mas em todos os outros países a procura tem crescido muito. Aliás, como disse um colega nosso, "não se trata de uma moda, mas sim de uma necessidade". É um componente que pesa mais do que um espigão tradicional, mas pode evitar que partas uma clavícula. Num segundo podes baixar o espigão, colocando o teu centro de gravidade no ponto ideal e ganhando confiança nas descidas que te costumam deixar com calafrios.

4. CARBONO

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Quando os primeiros quadros de fibra de carbono chegaram ao mercado, olhávamos para eles como se fossem aliens, ou algo vindo do futuro. E quando até as marcas mais modestas começaram a incorporá-los nos seus catálogos, alguns começaram a olhar para eles com algumas reticências. Eram leves (alguns), mas caríssimos (todos) e frágeis (quase todos) como o plástico e alguns duros como um bloco de granito. Nos primeiros anos não foi fácil o carbono ser bem aceite, mas agora são uma necessidade, até para os mais antiquados. Estes quadros evoluíram muito, sendo cada vez mais leves e com uma resistência melhorada, tendo otimizado as suas propriedades plásticas para desfrutar de maior conforto e rigidez.

5. ELETRÓNICA

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Esta é das principais inovações do mundo do BTT e do ciclismo. E não temos dúvidas de que se o ordenado médio dos portugueses fosse mais elevado, mais adeptos teriam já comprado transmissões eletrónicas. Mas não falamos só de transmissões eletrónicas, falamos de suspensões, amortecedores com componentes eletrónicos e, claro, as ebikes. Tudo fica mais rápido, a precisão é também maior, o ajuste é feito sem ferramentas, a montagem é mais simples, as atualizações são automáticas...

6. BIDON

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A mochila de hidratação foi durante décadas um acessório quase obrigatório no mundo do BTT. Não só levávamos litros de água, como ferramentas, câmaras de ar, barras energéticas, entre outros pertences. Quem não usava na altura era quase olhado de lado. Hoje em dia passa-se o inverso. Estas mochilas caíram em desuso e leva-se somente o essencial. A coisa mudou de tal forma, que por vezes acabamos a volta com o bidon vazio e a boca seca (o que até nem é mau, pois justifica melhor a urgência em beber uma cerveja quando chegamos a casa).