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Todos os treinadores de BTT vão dizer-te isto. Sabes do que falamos?

Os métodos de treino são cada vez mais variados, personalizados, específicos e evolutivos. E como há tanta oferta é difícil escolher o que é mais adequado ao nosso caso. Mas como nem todos têm tempo ou vontade de seguir um plano à risca, neste artigo poupamos-te esse trabalho e dizemos-te quais são os quatro pilares que deves ter em conta.
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Todos os treinadores de BTT vão dizer-te isto. Sabes do que falamos?
Todos os treinadores de BTT vão dizer-te isto. Sabes do que falamos?

 

 

Como treinadores, estamos obrigados a estar atentos às últimas tendências tanto a nível de sistemas de treino como a nível de gadgets de medição. Nos últimos tempos, o número de pessoas a procurar ajuda especializada tem vindo a crescer, e não falamos apenas de alguém que quer tentar estar em bom nível para participar numa Taça do Mundo como alguém que pura e simplesmente quer estar em boa forma física. O nosso artigo é dedicado a estes últimos, e para tal recapitulamos as noções mais básicas e fáceis que nos podem ajudar a melhorar facilmente a nossa condição física sem a necessidade de fazer um curso específico. 

1- Constância, progressão e carga-descarga

Para conseguir obter uma boa forma física devemos ser constantes. Treinar apenas ao domingo não serve de nada se durante a semana não treinamos. A condição física é construída pouco a pouco, acumulando treinos (no mínimo 3 a 4 por semana). E somente depois de 6 a 10 semanas é que começamos a ver os resultados. Também é importante a progressão, ou seja, ir pouco a pouco aumentando a exigência das saídas, tanto em termos de tempo, em frequência como intensidade. E tão importante como treinar, devemos descansar, pois se não deixarmos o corpo recuperar e assimilar as cargas impostas, o treino não fará efeito.

2- A base é importante

Embora a tendência atual seja fazer treinos intensos em qualquer momento da temporada, não convém esquecer que é sempre necessário fazer alguns treinos a uma intensidade média-baixa para conseguir um mínimo de condição aeróbica na qual possamos progredir, especialmente nas primeiras fases de treino. Resumindo: não é preciso ir sempre a "puxar". 

3- Treino de qualidade

Outro erro típico em ciclistas de "nível básico" é que não fazem treinos de qualidade. Simplesmemte saem de bicicleta e pedalam. Isto não serve de nada, pois é necessário fazer treinos centrados em passar da intensidade de conforto, isto é, sofrer um pouco acima das nossas possibilidades. Convém, por exemplo, fazer uma subida que nos custe quatro ou cinco vezes seguidas.

4- Fases do ano

Para aqueles que levam isto um pouco mais a sério, recomendamos fazer dois ou três picos de forma por ano, ou seja, não pretender estar sempre em forma. O ideal é treinar afincadamente e com disciplina durante 3-4 meses e depois levar dois meses de modo relaxado. Sobretudo a nível mental.

Em caso de dúvida, levanta o pé. O normal é haver alguns dias (ou semanas) em que as coisas não vão correr na perfeição, devido ao stress, catarro, poucas horas de sono, picos de trabalho, sensação de fadiga acumulada... Quando isto acontece, continuar a treinar a top não faz sentido. Se chegares a esta fase, pedala com os teus amigos a ritmo relaxado para depois voltares a ter boas sensações.

 

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