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O que é a “geometria moderna” numa BTT?

É um termo muito associado ao que é praticado nos últimos anos. As bicicletas adquiriram novos standards e isso acontece por uma razão.
Jorge Blasco -
O que é a “geometria moderna” numa BTT?
O que é a “geometria moderna” numa BTT?

Se tens estado nos últimos congressos sobre ciclismo e BTT ou nas feiras certamente já ouviste falar na "geometria moderna". De facto, tanto se fala dela que já está a deixar de ser algo realmente moderno e começa a ser algo comum e estabelecido. 

Os trâmites atuais aos quais se somam praticamente todas as marcas ditam que os triângulos dianteiros das nossas bicicletas tendem a ser cada vez mais compridos, bem como os ângulos de direção passam a estar mais abertos

Isto faz com que se convertam em bicicletas mais rápidas e estáveis em altas velocidades, mas também graças às restantes tecnologias usadas nos quadros (como o Boost e as escoras mais curtas), bem como ao uso de componentes adaptados a esta geometria, fazendo com que as bicicletas não percam agilidade nem capacidade de reação em trilhos degradados.

Neste aspeto, existe uma disparidade de ação, dependendo da marca. Algumas marcas, como a Gary Fisher e a Mondraker, foram pioneiras ao lançarem conceitos como a geometria H2 ou a Forward Geometry. A ideia espalhou-se e algumas marcas como a Canyon chegaram a propor mais uma geometria, com comprimentos de tubos maiores para fazer com que a bicicleta seja muito estável em descidas inclinadas, e uma geometria normal, com medidas mais restritas e focada na maioria dos utilizadores. 

 

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